Novidades Uni5 - Décima Oitava Edição

Destaque: Conheça mais sobre o Nota Fiscal Eletrônica Nacional



VMI: 57% das empresas brasileiras têm projetos

TN3 leva NF-e do Uni5 ao norte do RS

Nova gerente de Negócios

Uni5 integra empresas ao Siscomex

Uni5 investe em publicidade

Nota fiscal eletrônica impulsiona negócios



VMI: 57% das empresas brasileiras têm projetos

Segundo dados da Associação Brasileira de e-Business, 57% das empresas brasileiras pretendem iniciar projetos usando VMI (Gestão de Estoques de Vendas, da sigla em inglês), que permite o monitoramento inteligente com a reposição de produtos feita automaticamente no ponto de venda. Outros 24% já usam soluções do tipo. Os números foram levantados pela entidade junto a 86 grandes empresas dos segmentos industrial, comercial e serviços.

A Grendene é uma das companhias que desfrutam das vantagens da tecnologia na sua operação diária, por meio de uma ferramenta de VMI implantada pelo Uni5. O software aponta a quantidade de reposição sempre que houver demanda, reduzindo os custos de estoque de material e sem ruptura na produção.

"Administramos centenas de produtos de forma automática, sem interação humana. As informações são geradas pelo ERP e coletadas on-line pelo Uni5", explica Jonis Borges, assessor de suprimentos da Grendene. "A ação de reposição é imediata, uma vez que o fornecedor produziu antecipado devido a informações de projeção futura. É um 'Kanban eletrônico' com cálculos específicos onde as vantagens são divididas por nós e nossos parceiros comerciais", completa Borges.

TN3 leva NF-e do Uni5 ao norte do RS

A TN3, de Passo Fundo, será a representante das soluções de nota fiscal eletrônica do Uni5 no norte do Rio Grande do Sul. De olho na indústria metalúrgica e nas cooperativas agrícolas, atividades fortes na região, a empresa tem por meta fechar cinco clientes até abril.

"Já estamos fazendo visitas comerciais. O Uni5 já tem casos de NF-e em funcionamento, o que facilita a abordagem", revela o diretor da TN3, Daniel di Domenico, referindo-se aos serviços prestados pela companhia porto-alegrense para a Grendene, no Ceará, e para a fornecedora de tecidos para indústria automobilística Aunde, no interior de São Paulo.

Em Porto Alegre, o diretor do Uni5, Eblen Kalil Neto, planeja conquistar mais 20 contratos até o final do ano. A idéia é que parceiros como a TN3 obtenham outros 20. "Queremos revendedores no Paraná, Santa Catarina e nas regiões Norte e Sudoeste", adianta Kalil, cuja empresa já está homologada para implantar sistemas de nota eletrônica no RS, SP e CE. Os primeiros passos já foram dados também na Bahia.

Nova gerente de Negócios

Arlete Maya é a nova gerente de Negócios do Uni5. A profissional, que conta com 16 anos de experiência na área de tecnologia, terá a missão de dar impulso às vendas das soluções da empresa nos segmentos de indústria e comércio, além de manter a liderança conquistada no setor calçadista.

Um dos focos principais será a ferramenta de nota fiscal eletrônica, que já obteve a homologação das secretarias da Fazenda de São Paulo, Rio Grande do Sul e Ceará. Entre os usuários do sistema de NF-e do Uni5 já se encontram organizações como Grendene e Aunde.

Uni5 integra empresas ao Siscomex

O Uni5 vai integrar as fabricantes de calçados Maide e Malu ao Siscomex da Receita Federal. Com a novidade, as empresas, localizadas em Dois Irmãos e Lindolfo Collor, respectivamente, terão maior facilidade para enviar documentos referentes aos produtos que exporta para o sistema de comércio exterior da RF, agilizando a liberação das mercadorias.

Uni5 investe em publicidade

O Uni5 investe em publicidade para divulgar seus produtos. A empresa situou dois frontlights nas imediações do aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. "É uma zona de grade circulação de empresários e gestores de TI, um espaço privilegiado para destacar a marca Uni5", avalia o Diretor Comercial da empresa, Jarbas Schein.

Nota fiscal eletrônica impulsiona negócios

A obrigatoriedade da implementação da nota fiscal eletrônica tende a impulsionar os investimentos de TI, neste ano, especialmente por parte das empresas de pequeno e médio porte. Para Jaci Leite, professor do departamento de informática da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o novo sistema, que prevê a substituição do modelo tradicional de nota impressa, exigirá a informatização dos processos das companhias brasileiras - o que favorecerá a profissionalização do segmento.

De acordo com o especialista, as empresas, geralmente, investem em tecnologia por diferentes razões. Em primeiro lugar, por obrigatoriedade, em função de regulamentações. Outra motivação para as companhias responde pela identificação de oportunidades de gerar novos negócios, além das medidas para aprimorar as operações - incluindo, por exemplo, esforços em automação de produção e redução de custos com estoque. "O caso na nota fiscal está na primeira categoria, no entanto, pode funcionar também como um trampolim para a realização de outros investimentos voltados ao próprio negócio da organização", avalia Leite.

 

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