Novidades Uni5 - Vigésima Quinta Edição

Destaque: Conheça mais sobre o Nota Fiscal Eletrônica Nacional



Uni5: um milhão de NF-e até o final do ano


Sete anos de mercado


Clientes Uni5 tem desconto em evento sobre NF-e


Uni5 coloca mais duas empresas no Gol


Risco tende a crescer no supply chain, alerta consultoria



Uni5: um milhão de NF-e até o final do ano

Até o final do ano, o Uni5 estará envolvido na emissão de cerca de um milhão de notas fiscais eletrônicas por mês. A previsão é do diretor da empresa, Eblen Kalil Neto, e foi feita com base na estimativa de expansão do uso da NF-e em companhias como Aunde, Grendene, Vonpar e Hexis, atualmente clientes do Uni5.

A enorme quantidade - em maio, contagens indicavam 600 mil notas emitidas em todo país desde o lançamento do programa - é um retrato da expansão da nota eletrônica no país. Até o final do ano, a previsão do Uni5 é conquistar 30 novos contratos de serviços relacionados à nova tecnologia. "A NF-e vai ser uma parte indispensável dos processos de EDI, área na qual já temos grande conhecimento", comenta Kalil.


Sete anos de mercado

O Uni5 completou sete ano de mercado neste mês de julho. A empresa festejou o aniversário com o fechamento de um contrato para implantação de nota fiscal eletrônica na Vonpar, que deve ser a maior emissora de notas eletrônicas no Rio Grande do Sul até o final do ano.

"A conquista desse grande cliente é mais uma das nossas realizações ao longo desses anos", aponta Eblen Kalil Neto, diretor do Uni5. O executivo destaca o crescimento da relevância da NF-e nos negócios da companhia gaúcha, que já atende também a Hexis, Grendene e Fiergs.

O sucesso nos negócios relacionados à nota é reflexo da posição destacada da empresa na área de EDI, com clientes como Aunde, Bausch & Lomb e Termolar. O fato é especialmente verdadeiro no setor calçadista gaúcho: das 19 empresas homologadas em melhores práticas de troca dados pela GS1, 18 são clientes Uni5.


Clientes Uni5 tem desconto em evento sobre NF-e

Clientes Uni5 terão desconto de 30% na inscrição para o I Fórum de Escrituração Digital - Impactos do SPED no Mercado. Promovido pela Associação Brasileira de ebusiness, o evento acontece no WTC Hotel em São Paulo na quarta-feira, 08 de agosto.

O encontro vai discutir as dificuldades das médias e grandes empresas em fazer parte da realidade do fisco digital e as melhorias que o Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) pode trazer para a rotina administrativa das empresas.

A nota fiscal eletrônica será destaque nas discussões do Fórum. Palestras vão mostrar aos participantes como reduzir o impacto resultante das mudanças de tecnologia e processos geradas pela NF-e, assim como suas implicações comerciais.

A programação completa do I Fórum de Escrituração Digital está disponível no link: ebusinessbrasil.com.br/sped


Uni5 coloca mais duas empresas no Gol

O Uni5 acaba de ajudar na certificação de mais duas empresas no Gol, selo de boas práticas em código de barras e troca eletrônica de dados para fornecedores de insumos da indústria coureiro-calçadista. As novas usuárias são Atonal e JShayeb, empresas de São Paulo fabricantes de produtos químicos e laminados, respectivamente.

"Agora teremos os benefícios de agilidade gerados pela administração direta dos estoques nos nossos clientes", explica Nelson Borges Júnior, encarregado da TI da Atonal. Segundo o supervisor de PCP e Custos da indústria, Marcos Antônio Câmara, a diminuição dos custos de mão de obra e burocracia deve pagar o investimento de certificação em até seis meses.

Atualmente, das 19 companhias atualmente possuidoras do selo Gol no país, 18 são clientes do Uni5. A massificação do selo é perseguida desde 2001 pelo Grupo de Otimização Logística, formado por 40 grandes compradores do setor, como Grendene, Paquetá, Via Marte ou Azaléia.


Risco tende a crescer no supply chain, alerta consultoria

O risco no relacionamento das empresas com seus fornecedores crescerá nos próximos três anos. Essa é um das conclusões de uma pesquisa feita pela consultoria Aberdeen no primeiro trimestre deste ano, com 210 companhias de grande porte.

Embora 62% dos entrevistados espere uma elevação do grau de risco no supply chain, menos da metade das empresas, em torno de 49%, aplica um programa de gerenciamento da performance dos parceiros. Até o momento, os programas concentram-se em avaliar métricas incrementais.

Com a globalização e as práticas regulatórias de conformidade com políticas sólidas de governança, os diretores das áreas de supply chain, finanças e TI devem começar a se preocupar com indicadores que mitiguem os riscos nas relações com os parceiros da empresa, dizem os analistas da Aberdeen.

A consultoria dividiu as empresas em dois grupos, para identificar as melhores práticas e percebeu uma correlação entre o tempo de vigência do programa de gestão de relacionamento com os fornecedores e os resultados mais positivos na mitigação de riscos.

No universo "best in class", as empresas têm programas em curso há mais de três anos, monitoram 51% ou mais da base de fornecedores e obtêm índices de eficácia acima de 90% em qualidade de produtos e serviços e entrega no prazo combinado.

De acordo com o levantamento da Aberdeen, uma das chaves para o sucesso é reorganizar o programa de risco na cadeia de abastecimento entre todos os departamentos para que os gestores saibam dos objetivos e reforcem a visibilidade dos resultados obtidos. Outra recomendação é realinhar o foco da performance para assuntos de governança e utilizar proteções de contratos para limitar o impacto financeiro de uma interrupção no fornecimento. Fonte: Info Corporate

 

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